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George Rembrandt
Gutlich Quem vê
a obra de G. Gutlich, da qual apresentamos aqui um minúsculo recorte,
se dá conta da complexa tarefa do artista que produz figuras. Identificamos
nela o conhecimento, mais do que isso, a consciência de uma tradição
que alicerça novos fazeres, novas percepções, sustentada
por uma ponte mental frágil, cheia de armadilhas, entre o conhecido
e o não sabido, entre consciente e inconsciente. As imagens de
ruínas revelam esta quase (ou total) impossibilidade de conquista
plena, expõem a impermanência dos esforços humanos
e a fragilidade de nossos sonhos mundanos. Por outro lado, testemunham
um desenho, um desígnio nas estruturas descarnadas das construções
abandonadas, despojadas de seus excessos, revelando, em seus vazios, a
Natureza enfim. É com este reconhecimento de seu limite que a Arquitetura
cede e reencontra a Paisagem no que ela tem de força e espaço
e dela absorve um novo sentido, uma possibilidade de reconstrução
a partir do que é essencial. Um tronco - coluna, um céu
- abóbada, uma planície - viga. Ernesto Bonato.
Março de 2011.
Defesa de
Doutorado em Artes Visuais: 19 de dezembro de
2011, às 14h Visitação: 05 a 19 de dezembro de 2011, das 9:00hs às 17:00hs. ENCONTRO
COM O ARTISTA George Rembrandt Gütlich Local da
defesa, exposição e encontro com os artistas: |
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