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Encontro Coleções e Museus de Arte |
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Veja como foi a programação em 05/12/2011 |
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Local: Auditório do IEL - UNICAMP |
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9h00 |
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Abertura |
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9h30 |
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Palestra
Museu, por dentro e por fora
Profa. Dra. Maria Alice Milliet -
Crítica e Historiadora da Arte, Curadora em Artes Visuais, doutora em História da Arte (USP).
Propósito: explorar temas relativos à política de acervo, o que compreende tanto o domínio tradicionalmente atribuído ao departamento de museologia - formação, guarda, conservação e gerenciamento do acervo - quanto ao campo cada vez mais mutante do relacionamento com o público - exposições permanentes, divulgação de conteúdos por via impressa ou virtual, cursos, palestras, workshops.
A ideia é propor que o museu cresça em sintonia com seu tempo, beneficiando-se de estar num ambiente universitário, e adote conceitos, equipamentos e práticas avançados e flexíveis. |
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10h30 |
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Mesa-redonda 1: Coleções e experiências
Mediador: Prof. Dr. Mauricius Martins Farina (UNICAMP)
A diversidade e a potência da arte autodidata brasileira a partir de seus maiores mestres
Orlando Lemos - Colecionador de arte, diretor da Belizário Galeria de Arte em Belo Horizonte (MG).
Um depoimento sobre a experiência de um colecionador de arte aberto para a relação entre o popular e o contemporâneo, analisando a expressão da “arte dos mestres” e os fundamentos de uma memória construída no interior da cultura brasileira.
Considerando a experiência estética que algumas obras da arte popular atingem, sua separação da arte erudita é tênue, apesar da ingenuidade e da falta de uma educação formal do artista popular. Uma questão que deve ser vista de forma cuidadosa quando se trata de perceber uma narrativa cultural que nos pertence e nos distingue.
O popular no museu. tensões e contradições
Prof. Dr. Emerson Dionísio de Oliveira (UnB)
A convivência entre a arte considerada de matriz popular e a arte contemporânea é um ponto evidente de tensão dentro das coleções de arte marcadas pela heterogeneidade. As condições históricas dessa tensão em três acervos públicos de arte no Centro-Oeste mostram-nos diferentes políticas de conservação e comunicação e apresentam-nos propostas distintas que ora segregam a arte considerada popular ora emancipam-na como arte atualizada. Tais coleções mostram-se espaços privilegiados para que possamos perceber o manejo do conceito de “popular” e suas significações aplicadas às artes visuais, bem como os modelos de assimilação e desaquisição operados pelas instituições gestoras de tais coleções. |
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14h00 |
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Palestra
"A força do primitivo": África, arte e museu
Prof. Dr. Roberto Conduru (UERJ)
Observando enquadramentos de objetos, ideias e práticas sociais africanas em museus de arte, história e cultura, pretende-se discutir como as imagens de potência e primitivismo são associadas entre si e com diferentes campos socioculturais: estética, arte, magia, religião. |
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15h30 |
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Mesa-redonda 2: Diversidade e especificidade nos acervos museológicos
Mediadora: Profa. Dra. Maria de Fátima Morethy Couto (UNICAMP)
Histórias do Brasil no Museu Mariano Procópio: especificidades de uma coleção
Profa. Dra. Maraliz Christo (UFJF)
Criado em 1921, por Alfredo Ferreira Lage (1865 -1944), a partir de sua própria coleção particular, o Museu Mariano Procópio abriga rico acervo composto de mais de 45.000 peças, muitas relativas ao Império. Chama a atenção, entretanto, surpreendentes representações pictóricas sobre o período colonial brasileiro, particularmente a conjuração mineira e os bandeirantes.
Colecionismo e instituição: o caso de Raymundo de Castro Maya
Profa. Dra. Vera Beatriz Cordeiro Siqueira (UERJ)
A idéia dessa comunicação é discutir a Coleção de Raymundo de Castro Maya na confluência da privacidade do juízo do colecionador e nas suas formas peculiares de institucionalização, através da criação da Fundação Cultural Castro Maya (atualmente, Museus Castro Maya).
As Coleções Matarazzo e o Museu de Arte Moderna de São Paulo
Profa. Dra. Ana Magalhães (MAC/USP)
As coleções Francisco Matarazzo Sobrinho e Francisco Matarazzo Sobrinho e Yolanda Penteado foram as que inauguraram o Museu de Arte Contemporânea na Universidade de São Paulo, em 1963, logo depois da dissolução do antigo Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) e a transferência de seus acervos para a Universidade. Essa comunicação apresenta os resultados da pesquisa, ainda em andamento, em torno do núcleo inicial dessas coleções, e em que medida poderíamos falar de colecionismo em relação ao casal Matarazzo.
"Uma coleção paulista de arte europeia no MARE - Museu de Arte para a Pesquisa e Educação
Prof. Dr. Luiz Marques (UNICAMP)
Entre os objetivos do Museu de Arte para a Pesquisa e Educação (www.mare.art) conta-se dar a devida ênfase ao patrimônio artístico conservado em coleções públicas e privadas brasileiras, esta últimas nem sempre facilmente acessíveis ao público. Tal é o caso das obras de excepcional qualidade artística, francesas, italianas e espanholas dos séculos XVI a XIX, que compõem uma coleção privada paulista, ainda fechada ao público, mas que pode desde já ser exibida virtualmente no MARE.
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Informações: |
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CEPROD - Centro de Produções do Instituto de Artes da Unicamp |
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Telefone: (19) 3521-7570, (19) 3521-7368 |
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eventomuseu@iar.unicamp.br |
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