Visão geral
O Processo de seleção dos candidatos ao mestrado e doutorado em música se inicia com a inscrição na qual o candidato deposita pessoalmente ou remete pelo correio à Secretaria da Pós-Graduação o seu projeto de pesquisa, juntamente com os documentos listados no item "Inscrição", em Seleção 2009.
A primeira fase da Seleção consiste na avaliação do projeto e da documentação por comitês de professores das diversas áreas de concentração.
Os autores dos projetos aprovados serão, então, selecionados para realizar a segunda fase da Seleção que consiste em três dias de provas, conforme calendário. Essas provas são:
- redação (avaliação da capacidade de expressão escrita);
- proficiência em línguas (inglês, francês, alemão e italiano);
- prova teórica escrita (análise musical, história da música ocidental e brasileira);
- prova prática (proficiência em instrumento musical, mesmo para quem seguir a área de Fundamentos Teóricos);
- entrevista.
Veja as informações detalhadas do processo em cada item da Seleção 2009.
No caso de candidatos ao doutorado direto e alunos estrangeiros, verificar especificidades em "Doutorado
Direto" e "Alunos
Estrangeiros".
Calendário da SeleçãoAtenção: O cumprimento dos prazos estabelecidos abaixo por parte do candidato é de caráter eliminatório.Veja os mapas de acesso. 14 a 28 29* de julho de 2008
Período de Inscrições
O material solicitado para a inscrição pode ser remetido através dos Correios. Nesse caso será considerado como data de entrega a data de postagem carimbada pelos Correios.
Somente serão aceitas as inscrições de candidatos que enviarem toda a documentação exigida dentro deste período. * prorrogado por mais um dia devido a problemas na internet
18 de agosto de 2008
Divulgação dos candidatos selecionados para a segunda fase da Seleção no site e nos murais da CPG/IA. Informações por telefone não serão dadas.
10 de setembro de 2008
Prova de Redação
Horário: das 9 às 12 —
Local: Sala 3 da CPG-IA Auditório II do Centro Convenções (prédio do Ginásio da Unicamp.)* * atualizado em 08-set-2008 às 15:50
10 de setembro de 2008
Exame de Proficiência em Idioma Estrangeiro
Horário: das 14 às 17 —
Local: Sala 18 do PB (prédio da DAC)
11 de setembro de 2008
Entrevistas
pede-se disponibilidade integral nesse dia
11 de setembro de 2008
Prova Prática
pede-se disponibilidade integral nesse dia
12 de setembro de 2008
Prova teórica — música erudita
Horário: das 9 às 12 e das 14 às 17 —
Local: Sala 16 do PB (prédio da DAC)
12 de setembro de 2008
Prova teórica — música popular
Horário: das 9 às 12 e das 14 às 17 —
Local: Sala 16 do PB (prédio da DAC)
26 de setembro de 2008
Divulgação dos candidatos aprovados em nosso site.
INSCRIÇÃO
Documentos para Inscrição:
Atenção: Inscrições com material incompleto serão automaticamente recusadas.
- Ficha de Inscrição IMPRESSA e devidamente preenchida
preenchimento exclusivamente on-line, disponível em www.iar.unicamp.br/pg/mu.inscricao.php
- Cópia do Diploma de Graduação com cópia do carimbo do reconhecimento do Curso pelo MEC no verso para candidatos ao Mestrado e Doutorado (ou ainda certificado de conclusão ou documentação que ateste a previsão de conclusão antes do período de matrícula de alunos ingressantes).
- Cópia do diploma de Mestrado com cópia do carimbo do reconhecimento do Curso pelo MEC no verso para candidatos ao Doutorado (ou ainda certificado de conclusão).
OBS: Em casos excepcionais e a critério da SubCPG-Mus, o candidato que não possui diploma de mestrado poderá ingressar como aluno regular do Curso de Doutorado em Música, mediante comprovação de reconhecida qualificação científica e artística, que deverá ser entregue junto com a documentação no ato da inscrição. ver Doutorado Direto
- Cópia do histórico escolar da Graduação para candidatos ao Mestrado.
- Cópia dos históricos escolar da Graduação e do Mestrado para candidatos ao Doutorado.
- Cópia da cédula de identidade (R.G.).
- Certificado de proficiência em uma língua estrangeira, se for o caso.
- Curriculum Vitae constando:
- formação escolar
- atividades didáticas
- experiência profissional
- trabalhos publicados
- publicações artísticas
- conhecimento de idiomas
obs.: os candidatos ao doutorado direto devem seguir orientações descritas em Doutorado Direto
- Projeto de Pesquisa constando:
- título
- resumo
- introdução
- justificativa
- objetivo
- metodologia
- bibliografia
máximo de 6 páginas para mestrado e 15 páginas para doutorado, fonte 12, espaço duplo.
Candidatos para Mestrado, enviar 5 cópias do Projeto.
Candidatos para Doutorado, enviar 5 cópias do Projeto.
- Material de suporte por Área
Além da documentação listada acima, o candidato deverá anexar os seguintes documentos, de acordo com a área na qual deseja desenvolver seu trabalho.
- Fundamentos Teóricos
Trabalho reflexivo teórico (monografia de graduação, de iniciação científica ou, no mínimo trabalho escrito de disciplina de graduação)
- Instrumento, Regência, Canto
Fita cassete, CD, DVD ou vídeo VHS com registro da sua produção artística. Lista do programa a ser apresentado ao vivo na prova prática da segunda fase da Seleção (ver dinâmica da seleção)
- Composição
Partitura de composições próprias, registro e/ou documento de processos desenvolvidos (na forma de CD, DAT, vídeo, CDRom ou Zipdrive).
As cópias dos Diplomas, RG, Históricos Escolares e Certificado de Proficiência e Língua Estrangeira (se for o caso) não deverão ser anexados ao Currículo Vitae.
No Currículo Vitae não é necessário anexar comprovantes. Entretanto, qualquer material de suporte para o Currículo Vitae (críticas de jornais, programas, outros certificados, etc.), deverão ser anexados ao próprio currículo.
Os candidatos aprovados e não aprovados deverão retirar o material entregue na inscrição até 31 de outubro de 2008. Após este prazo o material será inutilizado.
Áreas oferecidas em 2009
As áreas oferecidas para 2009, em níveis de Mestrado e Doutorado, são:
- Fundamentos Teóricos,
- Composição e
- Práticas Interpretativas - canto, cravo, percussão, piano (somente mestrado), regência, violino e viola
VAGAS PARA 2009
No momento os professores com vagas disponíveis são:
- Adriana Kayama,
- Antônio Rafael Carvalho dos Santos,
- Carlos Fiorini,
- Claudiney Carrasco,
- Denise Garcia,
- Edmundo Hora,
- Eduardo Ostergren,
- Emerson De Biaggi,
- Esdras Rodrigues Silva,
- Fernando Hashimoto,
- Helena Jank,
- José Augusto Mannis,
- José Eduardo Ribeiro de Paiva,
- José Roberto Zan,
- Lenita Nogueira,
- Mauricy Martin,
- Maria José Dias Carrasqueira,
- Paulo Kühl,
- Ricardo Goldemberg e
- Sílvio Ferraz Mello Filho
Bolsas
O Programa de Pós-Graduação em Música não dispõe no momento de nenhuma cota de bolsa para alunos ingressantes, tendo em vista que alunos regulares dos anos anteriores estão em lista de espera para qualquer nova cota ou liberação de cota atual e terão prioridade.
Os alunos ingressantes podem porém pleitear em conjunto com seu orientador bolsa de mestrado ou doutorado à FAPESP (http://www.fapesp.br/). Esse procedimento é de responsabilidade do aluno em acordo com seu orientador e não de responsabilidade do Programa.
Alunos ingressantes que são docentes de outras IES podem pleitear bolsas junto às suas Universidades através de programas para este fim (PICDT-CAPES e PQI-CAPES).
Dinâmica da seleção
De acordo com o calendário, o candidato se inscreve para o processo de seleção, depositando na Secretaria do Programa os documentos listados e o material de suporte de acordo com a sua linha de pesquisa e modalidade. O corpo docente fará uma primeira seleção dos candidatos em base a essa documentação e material.
Os candidatos selecionados nessa primeira fase serão chamados para a segunda fase que consiste em: uma prova de redação, uma prova de proficiência em idioma estrangeiro, uma prova teórica escrita, uma prova prática de acordo com sua linha de pesquisa e uma entrevista.
Prova de Redação
O candidato recebe a indicação de um tema sobre o qual deverá realizar uma redação com cerca de 350 a 500 palavras. Nesta prova é avaliada a capacidade de expressão escrita do candidato.
Prova de idioma estrangeiro
Exige-se aos candidatos ao mestrado proficiência em uma língua estrangeira e aos candidatos de doutorado, proficiência em duas línguas estrangeiras (sendo uma delas obrigatoriamente o inglês). Essa proficiência pode ser atestada através de comprovantes de exames abaixo listados, ou o candidato realiza uma prova na sua primeira ou segunda língua, conforme o caso.
As provas se dão nos idiomas inglês, francês, alemão ou italiano. Consiste em leitura e interpretação de um pequeno texto, com indicação de tradução de uma parte e perguntas que devem ser respondidas em português. É permitido o uso de dicionário nas provas de idiomas.
Serão dispensados do exame de proficiência os candidatos que apresentarem os seguintes certificados no ato da inscrição:
- inglês: TOEFL, Michigan, Ali-Gu, IELTS e Cambridge
- francês: DELF, DALF
- alemão: ZDAF, ZMP, KDS
- italiano: Instituto de Cultura Italiana
Os candidatos ao doutorado devem entregar certificado de proficiência em uma primeira língua estrangeira no ato da inscrição. Pode ser apresentado documentação referente à proficiência da língua realizada no mestrado.
A prova de proficiência em língua não é eliminatória, podendo o candidato não aprovado nela, mas aprovado no curso, realizá-la novamente no ano seguinte.
Prova Teórica Escrita
Candidatos para a área de música popular e para a área de música erudita têm provas teóricas distintas. É o projeto de pesquisa apresentado que define qual das provas o candidato deverá realizar e não a sua formação anterior. Na prova teórica de música erudita serão formuladas questões sobre análise musical e história da música universal e brasileira. Na prova teórica de música popular podem ser formuladas questões sobre história e estilo na música popular e exercícios práticos de análise harmônica e arranjo (consultar bibliografia para orientar-se sobre a prova escrita). Não será permitido o uso de qualquer material de apoio nessa prova.
Prova Prática
A prova prática é obrigatória para todos os candidatos de todas as áreas de concentração.
Os candidatos em Instrumento e Canto devem apresentar um programa de aproximadamente 45 minutos (previamente enviado junto à documentação na Inscrição), devendo conter obras de períodos e estilos variados, incluindo obra brasileira. O Programa de Pós-Graduação não tem pianista acompanhante disponível para acompanhar o candidato na prova prática. Observe que a escolha do repertório a ser apresentado estará a critério da banca, de acordo com o programa proposto pelo aluno.
Os candidatos em Regência receberão, no primeiro dia de exames da segunda fase, um envelope contendo material com todos os itens a serem preparados para a Prova Prática.
Os candidatos em Fundamentos Teóricos e Composição devem apresentar uma obra de livre escolha em seu instrumento de proficiência, no nível de dificuldade que lhes é compatível.
Entrevista
Realizada juntamente com a prova prática, a banca poderá formular ao candidato questões referentes ao seu projeto de pesquisa, ao seu currículo e material de suporte enviado.
Bibliografia
A listagem abaixo visa fornecer ao candidato ampla possibilidade de seleção
bibliográfica e serve como orientação nos tópicos,
não significando que deva consultar exatamente essa bibliografia,
nem estudar toda a listagem de sua modalidade. Todos os livros dessa lista
estão nos acervos das bibliotecas da UNICAMP. Para mais informações,
acesse http://www.iar.unicamp.br/biblioteca/
Música Erudita
História da Música Universal
- CROCKER, Richard - A History of musical style. New York: McGrawHill,
1966.
- GRIFFITHS, Paul - A música moderna. Rio de Janeiro: Zahar,
1987.
- GROUT, Donald - Historia de la música occidental. Madrid: Alcanza,
1988.
- MACHILIS, Joseph - Introduction to contemporary music. New York.:
W.W. Norton, 1979.
- MASSIN, Jean. Historia da música ocidental. Rio de Janeiro:
Nova Fronteira, 1997.
- MORAES, J. Jota de - Música da modernidade: Origens da música
de nosso tempo. São Paulo: Brasiliense, 1983.
- PALISCA, Claude V. Baroque music. Englewood Cliffs: Prentice-Hall,
c1991
- PAZ, Juan Carlos - Introdução à música
de nosso tempo. São Paulo: Duas Cidades, 1977.
- PLANTINGA, Leon. Anthology of romantic music. New York ; London: Norton,
c1984.
- SALAZAR, Adolfo. Conceptos fundamentales en la historia de la música.
Madrid: Alianza, 1994.
- SCHWARTZ, Elliott; Godfrey, Daniel. Music since 1945. New York: Schirmer,
c1993.
- STEHMAN, Jacques.História da música européia:
das origens aos nossos dias.Lisboa: Bertrand, 1979.
História da Música brasileira
- ANDRADE, Mário de - Aspectos da música brasileira. São
Paulo: Martins Fontes, 1975.
- KIEFER, Bruno - História da música brasileira dos primórdios
ao início do Século XX. Porto Alegre: Movimento, 1976.
- MARIZ, Vasco - História da música no Brasil. Rio de
Janeiro: Civilização Brasileira, 2000
- MARIZ, Vasco - A Canção brasileira: popular e erudita.
Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985.
- NEVES, José Maria - Música contemporânea brasileira.
São Paulo: Ricordi Brasileira, 1984.
- TRAVASSOS, Elizabeth. Modernismo e Música Brasileira. Rio de
Janeiro: Jorge Hahas Zahar Editor, 2000
Teoria Musical
- ALDWELL, Edward. Harmony and voice leading. Forth Worth: Harcourt
Brace Jovanovich College, c1989
- BENT, Ian. Music analysis in the Nineteenth Century. Cambridge: Cambridge
Univ., c1994
- BRISOLLA, Cyro Monteiro. Princípios de harmonia funcional.
São Paulo: Novas Metas, c1979.
- COOPER, Paul. Perspectives in music theory. New York: Dodd, Mead,
1974, c1973.
- DAVIE, Cedric Thorpe. Musical structure and design. New York: Dover,
1966.
- DIAMOND, Harold J. Music analyses. New York: Schirmer Books c1991.
- DUNSBY, Jonathan. WHITTALL, Arnold. Music analysis in theory and practice.
London; Boston: Faber Music: Faber and Faber, c1988.
- OTTMAN, Robert W. Advanced harmony: theory and practice. Upper Saddle
River, NJ: Prentice-Hall, 2000.
- PASCOAL, Maria Lucia. Estrutura tonal: harmonia. São Paulo:
e-book, 2000. www.escreva.com.br
- PERSICHETTI, Vincent. Twentieth-century harmony: creative aspects
and practice. New York: Norton, c1961.
- PISTON, Walter. Harmony / Walter Piston. New York: W. W. Norton, c1962.
- REYNOLDS, William H. Common-practice harmony. New York; London: Longman,
c1985.
- SALZER, Felix. Structural hearing: tonal coherence in music. New York:
Dover, 1982.
- SHOENBERG, Arnold. Harmonia. São Paulo: UNESP, 2001.
- SHOENBERG, Arnold. Structural functions of harmony. New York: Norton,
c1969.
Música Popular
História, Estética e Estilo da Música Popular
- ALVARENGA, Oneyda. Música popular brasileira. Rio de Janeiro:
Globo, 1950.
- ANDRADE, Mario de. Ensaio sobre a música brasileira. São
Paulo: Martins; Brasilia: INL, 1972.
- ARBENA, Joseph. Regionalism and the musical heritage of Latin . Austin:
Univ. of Texas at Austin/ Institute of Latin American Studies, c1980.
- BENNETT, Tony. Rock and popular music: politics, policies, institutions.
London: Routledge, 1993.
- CABRAL, Sérgio. A MPB na era do Rádio. São Paulo:
Editora Moderna, 1996.
- CABRAL, Sergio. No tempo de Almirante: uma historia do radio e da
MPB / Sergio Cabral. Rio de Janeiro: F. Alves, 1990.
- CAMPOS, Augusto de. Balanço da bossa e outras bossas. São
Paulo: Perspectiva, 1986.
- CAZES, Henrique.Choro: do quintal ao Municipal. São Paulo:
Editora 34, 1998.
- COLLIER, James Lincoln. Jazz: a autêntica música americana.
Rio de Janeiro: Zahar, c1995.
- DIAS, Marcia Tosta. Os donos da voz: industria fonográfica
brasileira e mundialização da cultura. São Paulo:
Boitempo; FAPESP, 2000.
- EFEGE, Jota. Figuras e coisas da música popular brasileira. Rio de Janeiro: FUNARTE, 1978-1980.
- EUGENIO, Marcos Francisco Napolitano de. Seguindo a canção:
engajamento politico e industria cultural na MPB (1959-1969). São
Paulo: Annablume; Fapesp 2001.
- HAMM, Charles. Putting popular music in its place. Cambridge: Cambridge
University Press, 1995.
- KRAUSCHE, Valter. Música Popular Brasileira. São Paulo:
Brasiliense (Coleção Tudo é História), 1983.
- MARTINS, Joaquim Batista. Antropologia da música brasileira:
natureza, ritmo, texto, cultura . São Paulo: Obelisco, c1978.
- MEDINA, Carlos Alberto de. Música popular e comunicação;
um ensaio sociológico. Petropolis: Vozes, 1973.
- MELLO, Jose Eduardo Homem de. Música popular brasileira: cantada
e contada por:Tom, Baden, Caetano, Boscoli [et al.]. São Paulo:
Melhoramentos; EDUSP, 1976.
- NAVES, Santuza Cambraia. O violão azul: modernismo e música
popular. Rio de Janeiro: Editora Fundação Getulio Vargas,
1998.
- RANGEL, Lucio. Sambistas & chorões: aspectos e figuras
da música popular brasileira. São Paulo: F. Alves, 1962.
- SAROLDI, Luiz Carlos. Radio Nacional: o Brasil em sintonia. Rio de
Janeiro: Martins Fontes/FUNARTE/INM/Divisão de Música
Popular, 1988.
- SILVA, Alberto Ribeiro da. Sinal fechado: a música popular
brasileira sob censura (1937-45/1969-78). Rio de Janeiro : Obra Aberta,
1994.
- SOUZA, Tarik de. Rostos e gostos da música popular brasileira.
Porto Alegre: L&PM, c1979.
- SQUEFF, Enio, Jose Miguel Wisnik. Música. São Paulo:
Brasiliense, 1983.
- SUZIGAN, Geraldo de Oliveira. O que e música brasileira. São
Paulo: Brasiliense, 1990.
- TINHORÃO, José Ramos. História Social da Música
Popular Brasileira. Lisboa: Caminho Ed., 1990.
- TINHORÃO, Jose Ramos. Pequena historia da música popular:
da modinha a canção de protesto. Petropolis: Vozes, 1974.
- TINHORÃO, José Ramos. Música popular: um tema
em debate. São Paulo: Ed. 34, 1998.
- VASCONCELLOS, Gilberto. Música popular: de olho na fresta.
Rio de Janeiro: Graal, 1977.
Teoria da Música Popular
- ADOLFO, Antonio. Arranjo: um enfoque atual. Rio de Janeiro: Lumiar,
1997.
- ALMADA, Carlos. Arranjo. Campinas, SP: Unicamp, 2000.
- BOLING, Mark E. Coker, Jerry. The jazz theory workbook. Rottenburg
N.: Advance Music, c1993.
- CHEDIAK, Almir. Dicionário de Acordes Cifrados 2a. edição.
São Paulo: Irmãos Vitale S/A, 1984.
- CHEDIAK, Almir. Harmonia & improvisação: 70 músicas
improvisadas e analisadas: violão, guitarra, baixo, teclado.
Rio de Janeiro: Lumiar, 1986.
- DEGREG, Phil. Jazz keyboard harmony & voicing: a practical method
for all musicians. New Albany: Jamey Aebersold Jazz, c1994
- FREITAS, Sergio Paulo Ribeiro de. Teoria da harmonia na música
popular: uma definição das relações de combinação
entre os acordes na harmonia tonal. Dissertação de Mestrado.
São Paulo: Universidade Estadual Paulista, 1995.
- LEVINE, Mark .The jazz theory book. Petaluma: Sher Music, c1995. c1995.
- SLONIMSKY, Nicholas. Thesaurus of scales and melodic patterns. New
York: Macmillan ; London: C. Macmillan, 1986.
Doutorado Direto
O Programa de Pós-Graduação em Música admite
candidatos para o doutorado que não tenham diploma de mestrado.
São casos excepcionais que serão analisados por uma
comissão especial formada por 04 professores credenciados do Programa
e um professor da área de outra Instituição de Ensino
Superior (IES). Espera-se desse candidato produtividade, formação
e experiência acadêmica que possam equivaler ao titulo de
mestre.
O candidato deverá anexar todos os comprovantes possíveis
(certificados de cursos de especialização, livros, capítulos
de livros, artigos, Cds publicados e outros) assim como um currículo
bastante detalhado de sua produção acadêmica/artística
e atividades profissionais e de ensino.
Uma vez tendo sido aprovado pela primeira Comissão, o candidato
entra em igualdade com os outros candidatos, tendo o seu projeto submetido
à apreciação do colegiado e, uma vez sendo o seu
projeto aprovado, é chamado a realizar as provas da segunda fase
em igualdade de condições aos demais candidatos.
Os candidatos que não forem aprovados para o doutorado direto,
estarão automaticamente inscritos para a primeira fase do mestrado.
Aluno Estrangeiro
Os alunos estrangeiros não residentes no Brasil que queiram se
candidatar ao Programa de Mestrado e Doutorado em Música devem,
em qualquer período do ano, encaminhar à Coordenação
do Programa:
- Curriculum Vitae
- Projeto de Pesquisa
- Produção Intelectual:
- Monografia (para a área de concentração em Fundamentos Teóricos);
- Fita cassete, Cd ou vídeo VHS com registro da sua produção artística (para a área de concentração em Práticas Interpretativas);
- Partitura de composições próprias, registro e/ou documento de processos desenvolvidos (na forma de CD, DAT, vídeo, CDRom ou Zipdrive) (para a área de concentração de Processos Criativos).
- Carta explicando o motivo da proposta
A Coordenação do Programa, nomeará uma banca de
especialistas para analisar a documentação encaminhada.
Se o candidato for aceito como aluno regular do programa, ele receberá
uma carta de aceitação da Diretoria Acadêmica para
providenciar o visto consular.
A Universidade Estadual de Campinas não se responsabiliza pela
hospedagem e manutenção do aluno estrangeiro no Brasil.
Para isso, os candidatos estrangeiros são encorajados a solicitar,
junto às universidades de seus países e consulados no exterior,
bolsas especiais concedidas pelo programa PEC-PG. Para isso, busque mais
informações no site
http://www.capes.gov.br/, menu "Cooperação
Internacional" > "Acordos" > "Multinacional"
> "PEC-PG" (http://www.capes.gov.br/bolsas/cooperacao/multinacional/pec_pg.html).
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