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INSTITUTO DE ARTES

SEÇÃO DE APOIO À INFORMÁTICA

 

Memorial Descritivo

 

Serviço: RENOVAÇÃO E AMPLIAÇÃO DA REDE DE DADOS

Local: INSTITUTO DE ARTES – UNICAMP

 

Sumário

1 – Objetivo

2 – Descrição do BACKBONE

3 – Instalação da infra-estrutura

      3.1 Compartimentos de telecomunicações

      3.2 Eletrocalhas e canaletas

      3.3 Ligação entre os prédios por fibra óptica

      3.4 Resumo da infra-estrutura

5 – Cabeamento e conectorização dos pontos de rede

6 – Identificação

7 – Avaliação e aceitação

8 – Exigências/Requisitos técnicos

9 – Plantas com localização dos pontos de rede

 

1 - Objetivo

Elaboração das diretrizes técnicas e padrões que devem nortear a implantação da infra-estrutura ativa (equipamentos) e passiva (cabos, canaletas, eletrocalhas, tomadas de rede, etc) necessários para a operacionalização da rede de dados do Instituto de Artes. Descrever e discriminar os materiais de rede; Elaborar os diagramas lógicos e físicos; Indicar através de plantas a distribuição de pontos de rede, rotas de eletrocalhas e cabos ópticos. Por fim, detalhar a mão-de-obra de infra-estrutura a ser executada e oferecer informações ao departamento de compras para ser utilizado como subsídio à licitação para a contratação da mão-de-obra de infra-estrutura e aquisição de componentes de rede e equipamentos.

2 – Descrição do BACKBONE

Teremos 02 (dois) compartimentos de telecomunicações: um ocupará o local onde hoje funciona o Serviço de Apoio à Informática, posicionado no último piso do prédio principal, identificado neste documento como prédio número 1; O outro compartimento ficará no Laboratório de Informática, 1º piso do prédio número 2, como mostrado na planta 6. No compartimento do prédio 1, teremos instalados 02 racks abertos de no mínimo 36 U's cada, de onde partirão os pontos até as tomadas nas áreas de trabalho localizadas no três pisos do prédio principal. Num dos racks, teremos instalados 1 switch nível 3 com 8 portas de fibra e 2 switches nível 2 empilhados, sendo um deles gerenciável de 22 portas UTP e um módulo com 2 portas de fibra e outro, slave de 24 portas UTP.

No segundo rack, também localizado no mesmo compartimento, teremos instalados tão somente outros 2 switches nível 2, empilhados e de igual configuração ao que foi acima descrito. Ao switch nível 3 serão ligados, através de cabo óptico multimodo SC/SC (patch cord óptico), as duas pilhas de switches nível 2. No total teremos então, disponíveis para o prédio principal, capacidade de instalação para 96 pontos de rede. Fica assim configurado o local de onde partirão os novos e os atuais pontos até as tomadas de rede em cada área de trabalho do prédio 1. No pior caso o ponto de rede mais distante estará a 67 metros do compartimento de telecomunicações.

A ligação do Laboratório de Informática ao backbone, ou melhor, a constituição do próprio backbone, se dará através de fibra óptica. Do switch nível 3, no compartimento do prédio 1, serão lançados 37 m de cordão óptico multimodo até a caixa padrão telesp 40x40 - utilizada como caixa de distribuição de fibras - localizada na sala de Computação Gráfica e Animação, local onde hoje chegam os cabos de fibra que nos liga à UNINET e ao Paviartes. Da caixa padrão descerá em duto externo, o cabo de fibra multimodo que percorrerá, em seguida, 130 m de dutos do CCUEC até o segundo compartimento de telecomunicações, localizado no Laboratório de Informática, onde teremos instalado um rack aberto de no mínimo 36 U´s para acomodar patch panels e os 03 últimos switches nível 2, empilhados; sendo 1 gerenciável de 22 portas UTP e um módulo com 1 porta de fibra e 2 slaves de 24 portas UTP cada, totalizando assim capacidade para 70 portas UTP. De imediato, 50 portas UTP serão utilizadas para a rede local do Laboratório de Informática. As demais atenderão, numa outra etapa, a CPG/IA que se ligará ao backbone através de uplink de HUB a uma porta do switch nível 2. Uma das portas de fibra do switch gerenciável será também, em outra etapa, utilizada para a ligação de um switch a ser comprado e instalado na biblioteca setorial do IA. Por enquanto a biblioteca será ligada ao novo backbone através de uplink de HUB a uma das portas do switch nível 2.

Da interação e ajuda que obtivemos da gerência de conectividade do CCUEC/UNICAMP, adotaremos a estratégia de priorizar a construção do backbone e, em seguida, fazer uma migração gradual dos pontos já existentes no prédio principal, CPG e Biblioteca. Contratar-se-á, portanto, mão-de-obra para o cabeamento e conectorização apenas dos novos pontos a serem instalados nos laboratórios de ensino do IA. No Laboratório de Informática "Prof. Paulo de Laurentiz", cuja topologia ainda é de barramento, serão instalados 50 pontos. Nos demais laboratórios – Som e Multimídia, do Departamento de Música; Computação Gráfica e Animação, do Departamento de Artes Plásticas; MIDIATEC, do Departamento de Multimeios -, todos localizados no prédio número 1, serão mais 37 novos pontos, conforme apresenta adiante a tabela 5.

A seguir é apresentado o diagrama lógico da topologia de rede e a distribuição dos equipamentos nos dois compartimentos de telecomunicação que atenderão, no prédio principal, os departamentos e seções do IA, e o Laboratório de Informática "Prof. Paulo de Laurentiz", no prédio 2. A topologia de rede apresentada, definida pela gerência de conectividade do CCUEC é mostrada na figura abaixo. Todos os equipamentos ativos foram adquiridos pelo Instituto de Artes e estão à disposição da empresa que executará os serviços propostos.

       Figura 1 – Topologia da rede do Instituto de Artes.

 

 

3 – Instalação da infra-estrutura

3.1 Compartimentos de telecomunicações

Os compartimentos de telecomunicações, em número de dois, conforme informado na descrição do backbone, estão localizados no último piso do prédio principal e no Laboratório de Informática "Prof. Paulo de Laurentiz". Layouts dos locais bem como as áreas reservadas para a instalação dos racks são mostrados nas figuras 2 e 3. Ambos os compartimentos possuem instalações elétricas apropriadas, inclusive com a disponibilização de 2 (dois) No-Breaks de 1.2 KVA, com bateria selada e autonomia de no mínimo 20min. As salas possuem ainda climatização que asseguram o funcionamento dos equipamentos segundo os padrões de temperatura exigidos pelos fabricantes de ativos de rede. O acesso às salas de equipamentos é restrito apenas aos técnicos do Instituto de Artes, sendo instalado em ambos, portas com fechadura.

Serviços a serem executados:

  1. Fixação dos racks no solo com buchas e parafusos apropriados;
  2. Montagem dos equipamentos ativos - switches níveis 2 e 3 -, conforme distribuição apresentada na figura 1;
  3. Fixação dos patch panels, colocação dos jacks RJ-45 e conectores ópticos ST;
  4. Instalação dos organizadores verticais;
  5. Instalação dos organizadores horizontais.

 

Os materiais e acessórios a serem utilizados nos compartimentos serão fornecidos pela empresa executora, conforme abaixo descrito e quantificado.

QTD

DESCRIÇÃO

3

Rack coluna de 19" de largura e mínimo de 36U's de altura; furação para porca gaiola com espaçamento de 1 e ½ Us, de piso, base em chapa de aço SAE 1010/1020 #14, c/ 4 furos para encaixe e fixação no solo, cor grafite, coluna em chapa de aço SAE 1010/1020 # 16 c/ furos para encaixe e fixação de porca-gaiola, teto em chapa de aço SAE 1010/1020 # 16 c/ furos para encaixe, com organizadores verticais laterais de cabos de no mínimo 36U's de altura, com tampa articulada, coluna em chapa de aço

7

Guia horizontal metálico de cabos para rack de 19"x1U, na cor preta

7

Patch panel 19"x1U, com capacidade para 24 conectores intercambiáveis podendo ser jack RJ45, acoplador ST, SC ou F. com furação de 1 e ½ U. Cor preto

*

Parafusos M5 e Porcas-gaiola para fixação dos patch panels e equipamentos

*

Parafusos e buchas nas medidas dos furos da base do rack

            Tabela 1 – Componentes das salas de equipamentos.

                         * Quantidade suficiente para executar o serviço

 

 

 

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3.2 Eletrocalhas e canaletas

    1. Instalação no térreo do prédio principal, ao longo do corredor (sentidos longitudinal e transversal) seguindo a conformação angular do teto apresentada em corte na figura 5, de 43.5 metros lineares de eletrocalha em aço galvanizado de 100x50 mm, lisa, com virola, com tampa, montada sobre mãos-francesas simples de 200mm dispostas a cada 2 metros e a 2.6 m de altura do piso. Ver planta 1;
    2. Instalação no primeiro pavimento do prédio principal, ao longo do corredor central (sentido longitudinal e transversal) seguindo a conformação angular do teto apresentada em corte na figura 5, de 48 metros lineares de eletrocalha em aço galvanizado de 100x50 mm, lisa, com virola, com tampa, montada sobre mãos-francesas simples de 200mm dispostas a cada 2 metros e a 2.6m de altura do piso. Ver planta 2.
    3. Instalação no segundo pavimento do prédio principal, ao longo do corredor central (sentido longitudinal e transversal) seguindo a conformação angular do teto apresentada em corte na figura 5, corredor secundário de acesso ao Laboratório de Multimídia e Som e interior do Laboratório de Computação Gráfica e Animação, de 65.5 metros lineares de eletrocalha em aço galvanizado de 100x50mm, lisa, com virola, com tampa, montada sobre mãos-francesas simples de 200mm dispostas a cada 2 m de distância entre si e a 2.6 m de altura do piso, conforme apresenta o layout e rota da planta 3;
    4. Instalação no Departamento de Multimeios, 2o piso do prédio principal, da infra-estrutura em eletrocalha em aço galvanizado, lisa, com virola, com tampa, de dimensões 75x50 mm e 50x50 mm, montada sobre ganchos suspensos fixados no teto, dispostos a cada 2m de distância entre si e a 20cm do teto, deixando na direção de cada sala, em ambos os lados do corredor onde houver indicação de instalação de ponto de rede, saídas na eletrocalha e na divisória de amianto com recheio de madeira, furo para permitir a passagem de 02 cabos UTP, categoria 5 para a instalação de pontos de rede em cada sala de professores e secretaria, conforme indicação da distribuição no Departamento de Multimeios, plantas 3 e 5;
    5. Instalação no Laboratório de Informática "Prof. Paulo de Laurentiz" de 50 metros lineares de eletrocalha aço galvanizado,lisa, com tampa, de dimensões 100x50 mm, montada sobre ganchos suspensos fixados no teto, dispostos a cada 2 metros e a 2.8 m de altura do piso, conforme desenho na planta 7.
    6. Ligação dos três pavimentos do prédio principal ao compartimento de telecomunicações do prédio principal deve ser feita através de eletrocalha lisa de 100x50 mm instalada na prumada vertical para a distribuição dos pontos de rede que partem para as áreas de trabalho. A ligação deve ser feita por eletrocalhas independentes, ou seja, em cada piso deve ser feita a derivação da eletrocalha instalada ao longo do corredor principal, subir em linha reta pela prumada e chegar atrás dos racks. Fazer aberturas nas lages de concreto com espessura de 10cm, conforme mostra em corte a figura 5.
    7. Instalação de canaletas plásticas de 30x30 mm com tampa, fixadas em paredes de concreto e em divisórias de madeira e amianto com recheio de madeira.
    • 38m no Laboratório de Informática, fixadas na vertical a 2.1 m de comprimento derivando-se da eletrocalha 100x50 fixada no teto e, na horizontal, a 1.0 m de altura a partir do piso;
    • 24m nas salas de professores do Departamento de Multimeios, localizadas no último piso do prédio principal;
    • 11m nas salas de aula do Departamento de Multimeios, localizadas no segundo piso do prédio principal;
    • 10m no Laboratório de Som e Multimídia do Departamento de Música;
    • 6m no Laboratório de Animação do Departamento de Artes Plásticas.
    1. Instalação de canaletas plásticas de 50x50 mm com tampa, fixadas em paredes de concreto e em divisórias de madeira e amianto com recheio de madeira.
    • 36m no Laboratório de Informática, fixadas na vertical a 2.1 m de comprimento derivando-se da eletrocalha 100x50 fixada no teto e, na horizontal, a 1.0 m de altura a partir do piso.
    • 20m no prédio principal, dos quais 6m instalados no Laboratório de Multimídia e Som/DMU; 14 m instalados no Midiatec/DMM;

Deve ser feito ligação das eletrocalhas instaladas ao longo dos corredores principais aos corredores secundários de cada bloco, em cada pavimento do prédio principal, para a derivação dos pontos de rede.

A tabela a abaixo relaciona os itens da infra-estrutura já existentes em estoque no IA, à disposição do executor dos serviços de infra-estrutura.

Quant.

Unidade

Descrição

27

m

Eletrocalha Eletrofort lisa trecho reto 75x50mm c/ tampa

23

m

Eletrocalha Eletrofort lisa trecho reto 50x50mm c/ tampa

2

"T" horizontal 75x50mm com tampa

1

"T" vertical de descida lateral 75x50mm com tampa

1

Curva de inversão 90° 75x50 com tampa

3

Curva horizontal 90° 75x50mm com tampa

1

Redução concêntrica 75x50/50x50 com tampa

      Tabela 2 – Materiais em estoque.

Todo o material necessário à instalação da infra-estrutura seca descrita deve ser fornecido pela empresa executora, tais como: trecho reto de eletrocalha lisa de 100x50mm, talas e parafusos com cabeças de lentilha para emendas, ganchos suspensos, curvas horizontais, cotovelos, curvas de descida, cruzetas, TÊ’s, reduções, todos os tipos de parafusos, buchas de fixação, elementos de saídas de cabos UTP das eletrocalhas para as tomadas nas áreas de trabalho, canaleta plástica de 30x30mm fechada e com tampa, canaleta plástica 50x50mm fechada e com tampa, enfim, todo o material.

A tabela abaixo informa, de modo estimado, os principais itens e quantidades a serem utilizados para a instalação da infra-estrutura em eletrocalha, com a ressalva de que os dados devem ser usados pelo licitante como subsídio e base para cálculo do custo global dos serviços propostos.

QTDE

Unid.

Descrição

220

m

Eletrocalha lisa com virola 100x50 mm

220

m

Tampa de encaixe para eletrocalha 100x50mm

8

Emenda tipo U 100x50

180

Emenda tipo tala 100mm

9

Curva Horizontal 90° 100x50

2

Redução à direta 100x50 p/ 75x50

1

Tê Reto 90° 100x50

9

Tê horizontal 90° 100x50

1

Cruzeta Horizontal 100x50

2

Curva vertical externa 90°

2

Curva vertical interna 90°

2

Curva de inversão 90°

1

Tê vertical de derivação

800

Parafuso cabeça lentilha 5/16" + porca + arruela

6

Desvio à Esquerda 100x50

6

Desvio à Direita 100x50

115

Mão francesa simples x=200mm

25

Gotejador 100x50

9

Gotejador 75x50

8

Gotejador 50x50

           Tabela 3 – Itens estimados para instalação da infra-estrutura em eletrocalha

3.3 – Ligação entre os prédios por fibra óptica

Lançamento de cordão óptico paralelo e cabo de fibra óptica para ligação do Laboratório de Informática "Prof. Paulo de Laurentiz" ao backbone, segundo a rota: começando pelo compartimento de telecomunicações localizado no prédio número 1 lança-se, em eletrocalha, 37 metros de cordão óptico paralelo, do rack de equipamentos no compartimento de telecomunicações até a caixa de distribuição de fibras localizada no Laboratório de Computação Gráfica e Animação, último piso do prédio principal. Fixação de 4 acopladores ópticos ST/ST simplex e montagem dos conectores ST nas duas pontos do cordão óptico paralelo. Da caixa de fibras, desce o cabo óptico multimodo com 4 (quatro) fibras pelo duto externo até a primeira caixa de passagem de onde se percorrerá, por dutos subterrâneos do CCUEC, outras 4 caixas de passagem com a inscrição "COMPUTAÇÃO" até a última delas, localizada no prédio 02. Da última caixa de passagem subirá o cabo de fibra pelo duto externo até o 1o piso onde se encontra instalada uma pequena caixa de passagem de 20x20cm no compartimento de telecomunicações do Laboratório de Informática, totalizando aproximadamente 130m de cabo óptico. Montar nas duas pontas da fibra os 8 (oito) conectores ST. O traçado do cordão óptico e cabo de fibra pode ser visualizado no desenho da planta 7.

Deverá ser observado pelo licitante:

      1. Cabo e cordão ópticos não deverão, em hipótese nenhuma, serem submetidos a torções ou estrangulamentos no interior dos dutos e caixas de passagens;
      2. Cabo e cordão ópticos não podem ser prensados nem mesmo pisados, com o risco de provocar alterações nas propriedades originais do material;
      3. Em cada caixa de passagem do sistema subterrâneo de dutos, deve se deixar pelo menos duas voltas do cabo contornando o perímetro da caixa de passagem para ser usado como folga estratégica numa eventual manutenção da instalação;
      4. Na caixa de distribuição de fibras, se necessário fazer volta no cabo, considerar o raio de curvatura mínimo de 40 vezes o seu diâmetro;
      5. Não utilizar produtos químicos como vaselina, sabão, detergentes, etc, para facilitar o lançamento no interior de dutos, pois são produtos que podem atacar a capa de proteção dos cabos;
      6. Os cabos devem ser desencapados somente nos pontos de terminação para a conectorização nas caixas de passagens e nos patch panels;
      7. Realizar vistoria prévia na rota de lançamento para verificar a presença de arestas vivas ou rebarbas que possam danificar os cabos;
      8. Não serão aceitas curvas de 90o nas eletrocalhas. Quando se fizer necessário, utilizar duas curvas de 45 o;
      9. Os cortes nas eletrocalhas deverão se tratados de forma que não se formem superfícies cortantes ou pontiagudas;
      10. Nas tubulações subterrâneas, quando da passagem do cabo óptico, deverá ser instalado um guia de corda de polietileno no 02.

Abaixo é relacionado os materiais e acessórios de rede a serem fornecidos pela empresa executora dos serviços. Os materiais e acessórios devem ser fornecidos em quantidades suficientes para a ligação do cabo óptico com dois pares de fibra.

      1. Cabo óptico tight buffered, breakout, multimodo, 62,5/125 micron, com sub-cable de 2,5mm, 4 fibras. Sem elemento rígido;
      2. Cordão óptico duplex, multimodo de 62,5/125um,com sub cable de 2,5mm;
      3. Patch cord óptico multimodo SC-SC, 2,5m, duplex, certificado;
      4. Patch cord óptico multimodo ST-SC, 2,5m, duplex, certificado;
      5. Acopladores ópticos ST/ST simplex para instalação em caixa de distribuição de fibras;
      6. Acopladores ópticos ST/ST para instalação em patch panel.

3.4 Resumo da infra-estrutura

A tabela a seguir ilustra de forma resumida a mão-de-obra necessária, anteriormente descrita e detalhada.

Descrição da mão-de-obra

Quant. a instalar

LOCAL

Montagem e fixação dos racks coluna de 19"x36U’s

3

Prédio principal e Lab. de Informática

Instalação dos Swiches nível 2 e nível 3

8

Prédio principal e Lab. de Informática

Fixação de patch panels e organizadores horizontais

7 e 7

Prédio principal e Lab. de Informática

Colocação de canaleta plástica de 50x50 mm

20m

Prédio principal

Colocação de canaleta plástica de 30x30 mm

51m

Prédio principal

Colocação de canaleta plástica de 50x50 mm

36m

Lab. Informática

Colocação de canaleta plástica de 30x30 mm

38m

Lab. Informática

Colocação de eletrocalha lisa 100x50 mm

157m

Prédio principal

Colocação de eletrocalha lisa 100x50 mm

50m

Lab. Informática

Colocação de eletrocalha lisa 75x50 mm

15m

Depto Multimeios

Colocação de eletrocalha lisa 50x50 mm

17m

Depto Multimeios

Lançamento de cordão óptico paralelo, do compartimento de telecomunicações do prédio principal até a caixa de fibras, localizada no Lab. de Computação Gráfica e Animação

37m

2º piso do prédio principal. Interior de eletrocalha

Passagem da fibra óptica pelos dutos CCUEC, do Laboratório de Computação Gráfica e Animação até o compartimento de telecomunicações do Laboratório de Informática

130m

Externo: em dutos subterrâneos do CCUEC.

             Tabela 4 – Resumo da mão-de-obra de infra-estrutura

 

4 – Cabeamento e conectorização dos pontos de rede

O trabalho de cabeamento e conectorização consistirá do lançamento de cabos UTP em eletrocalhas e canaletas, partindo dos compartimentos de comunicações localizados no Laboratório de Informática "Prof. Paulo de Laurentiz" e no prédio número l e chegando às tomadas de rede localizadas nas áreas de trabalho de cada usuário. Prioritariamente serão ligados ao novo backbone estruturado FAST ETHERNET os novos pontos de rede e, de forma gradual _salvo pela possibilidade de sobra de verba do orçamento_, refazer, futuramente, o cabeamento dos pontos atuais para incorporá-los ao novo backbone. Significando com isso _ao término da atualização completa da rede_, a substituição completa do cabeamento atual por novos lances de cabos. A rede atual em funcionamento, cuja topologia predominante está montada sob cabo coaxial, será ligada ao novo backbone através de uplink aos swiches do compartimento de telecomunicações, dos 4 repetidores ethernet IEEE 802.3 instalados nos três níveis do prédio principal que servem a rede atual.

O cabeamento e conectorização dos novos pontos de rede deverá obedecer, pela ordem:

  • Atualização total da Rede Local do Laboratório de Informática "Prof. Paulo de Laurentiz". Lançamento no interior de eletrocalhas e canaletas plásticas, de cabos UTP, do compartimento de telecomunicações onde instalar-se-a os racks de equipamentos às bancadas e mesas; fixação das tomadas de superfície cat. 5e com parafusos e adesivos(quando for o caso); conectorização de cada ponto, do jack RJ45 montado na caixa de superfície na área de trabalho ao jack RJ45 do patch panel, no compartimento de telecomunicações. A distribuição, distâncias e localizações dos pontos são indicados no desenho da planta 7;
  • Construção da rede local do Laboratório de Som e Multimídia do Departamento de Música. Lançamento no interior de eletrocalhas e canaletas plásticas de cabos UTP cat. 5 4P do local ao compartimento de telecomunicações do prédio principal; fixação das tomadas de superfície simples cat. 5e com parafusos e adesivos(quando necessário); conectorização de cada ponto, do jack RJ45 montado na caixa de superfície da área de trabalho ao jack RJ45 do patch panel no compartimento de telecomunicações. Identificação dos pontos através de etiquetas de poliéster. Conforme indicado no desenho da planta 3 e ampliação mostrada na planta 5;
  • Lançamento no interior de eletrocalhas e canaletas plásticas de cabos UTP cat 5 4P, fixação das tomadas de superfície nos pontos dos Laboratórios MIDIATEC do Departamento de Multimeios e Computação Gráfica e Animação do Departamento de Artes Plásticas e conectorização de cada ponto, do jack RJ45 montado na caixa de superfície da área de trabalho aos jack RJ45 do patch panel no rack do compartimento de telecomunicações localizado no mesmo piso. Identificação dos pontos através de etiquetas de poliéster, conforme indicações de localização apresentadas nos desenhos da planta 3 e ampliação mostrada na planta 4.

As tomadas de superfície deverão ser fixadas nos locais mostrados nas plantas de distribuição dos pontos, observando-se as distâncias entre pontos. Nos layouts são indicados individualmente cada ponto de rede de modo a mostrar o posicionamento de um equipamento que se ligará à rede. Tal indicação não significa que naquele local deve necessariamente ser instalado uma tomada de rede simples. Significa tão somente a presença de uma tomada de rede, portanto, sendo possível que se instale em outra posição, uma caixa de superfície dupla para servir a dois pontos. Esta flexibilidade permite uma redução do custo global do serviço. É obrigatório como manda a norma, instalar tomadas de duplo jack em locais onde chegará cabo telefônico. Neste projeto estes locais são poucos e estão indicados nas plantas de distribuição.

O cabo UTP a ser utilizado deverá ser do tipo par trançado não blindado de 4 pares categoria 5e. Esse cabo deve possuir pelo menos 1 (um) certificado de laboratório internacional (UL, CSA ou outro) que homologue categoria 5e.

A conexão entre todos os dispositivos deverá ser realizada através de conectores modulares de 8 (oito) vias, tipo RJ45 categoria 5e de engate rápido nos patch panels e tomadas de superfície. Deve também como garantia da qualidade serem estes conectores, certificados por no mínimo 3 (três) laboratórios internacionais (UL,CSA ou outro) que homologuem categoria 5e, conforme manda a norma EIA/TIA 568A .

A seguir é mostrado a tabela com o resumo da mão-de-obra para a montagem de tomadas de superfícies em paredes e bancadas e o cabeamento e conectorização dos novos pontos de rede.

 

LOCAL

Número de pontos

cabos UTP a lançar *

Laboratório de Informática "Prof. Paulo de Laurentiz"

50

1500 m

Laboratório de Som e Multimidia – Departamento de Música

15

500 m

Midiatec, salas de aula , salas de professores e secretaria – Departamento de Multimeios

19

1000m

Laboratório de Animação – Departamento de Artes Plásticas

3

90 m

Total:

2990m

               Tabela 5 – Resumo dos pontos de rede

                         * Quantidade estimada em função do comprimento médio determinado em cada ambiente.

 

 

Algumas observações:

  1. A montagem dos cabos UTP na caixa de superfície e patch panel deverá obedecer a codificação de cores estabelecida pela norma EIA/TIA 568-A.
  2.   Figura 4 – Cores de terminação e posição dos pinos RJ-45

     

  3. O amarrilho de cabos UTP deve ser necessariamente de velcro dupla-face de 19mm. Não se devem utilizar, em hipótese alguma, abraçadeiras de nylon, grampos de metal, etc;
  4. Os patch cords na área de trabalho deverão ter o comprimento máximo de 3m (recomenda-se 2,5 m) da tomada de rede à interface de rede.
  5. O comprimento máximo da ligação por cabo UTP entre a estação de trabalho e a porta do switch será de 100m: máximo de 90m da caixa de superfície ao patch panel; máximo de 7m do patch panel à porta do switch e máximo de 3m para o cabo de estação.

 

       Abaixo é relacionado os materiais e acessórios de rede a serem fornecidos pela empresa executora dos serviços. Os materiais e acessórios devem ser fornecidos em quantidades suficientes para a construção do backbone e a instalação dos 87 novos pontos nos laboratórios de ensino e outros locais indicados. Todos os materiais e acessórios passivos de rede a serem utilizados deverão ser compatíveis com a norma EIA/TIA 568-A cat 5e POWER SUM NEXT.

  1. Cabo UTP categoria 5e, 4 pares, não blindado, rígido, para freqüência de 350MHZ. Capa de PVC na cor azul.
  2. Conector RJ45 categoria 5e macho;
  3. Patch cable UTP flexível metálico, montado em fábrica, categoria 5, 2,5m cor azul, certificado para ligação nos racks (dos patch panels aos switches);
  4. Tomadas de superfície - Tomada simples: Caixa de superfície para 1 (um) jack RJ-45, com medidas aproximadas de 23x45x62mm, na cor bege. Dado e voz: Caixa de superfície para 2 (dois) jacks RJ-45 ou acopladores ópticos, com medidas aproximadas de 27x50x93mm, na cor bege. Utilizar necessariamente em salas de professores e secretarias. Em outros locais, instalação segundo necessidade detectada pelo executor;
  5. Modular jack RJ45 categoria 5e para patch panel ou caixa de superfície. Contatos tipo IDC que possibilitem até 10 inserções, para cabo UTP cat. 5e, sólido 24 AWG;

6 – Identificação

       A identificação do ponto de rede na caixa de superfície de tomada simples ou dupla deverá corresponder à posição do cabo UTP instalado no patch panel do rack correspondente. Assim, a identificação a ser impressa na etiqueta deve conter, pela ordem , da esquerda para a direita e separado por hífen, o número do rack, o número do patch panel e a posição da conexão no patch panel. As etiquetas utilizadas devem ser de poliéster em concordância com a norma EIA/TIA 606. As impressões devem ser feitas necessariamente a laser. A identificação dos pontos de rede (outlets) nas tomadas dos patch panels deverá conter, pela ordem, da esquerda para a direita e separado por hífen: 1 dígito para o pavimento, 2 dígitos para o departamento/seção (veja tabela 6) e 3 dígitos para o número que identifica o ponto de rede. A identificação dos cabos de fibra deve ser feita por plaquetas ou etiquetas de poliéster, à escolha do executor. O cabo de fibra lançado para a ligação do prédio principal ao prédio 2 deve ser identificado no interior de todas as caixas de transição (passagem) do sistema de dutos subterrâneos, com a inscrição "IA-P1-P2", que significa: Cabo pertencente ao Instituto de Artes, ligando o prédio 1 ao prédio 2. A identificação dos cabos de manobras (patch cords) UTP utilizados para conexão das tomadas do patch panel às portas do switch deve ser numérica seqüencial nas duas extremidades constando também o número do patch panel para facilitar o rastreamento do cabo após tê-lo inserido nos organizadores horizontal ou vertical. O mesmo procedimento deve ser feito em relação aos patch cords ópticos.

 

Departamento/Seção

Num.

Diretoria - Secretaria, SAF, SAA, SSA, CEPROD

01

Departamento de Multimeios – Adm./salas de professores

02

Departamento de Multimeios - MIDIATEC

03

Departamento de Música – Adm./salas de professores

04

Departamento de Música - Laboratório de Som e Multimídia

05

Laboratório de Informática "Prof. Paulo de Laurentiz"

06

Coordenadoria de Pós-Graduação

07

Biblioteca Setorial

08

Departamento de Artes Plásticas – Centros e administração

09

Departamento de Artes Plásticas – Laboratório de Animação

10

Departamento de Artes Cênicas - Paviartes

11

Departamento de Artes Corporais - Paviartes

12

                        Tabela 6 – Numeração de departamentos e seções para efeito de identificação

7 – Avaliação e aceitação

    1. Comprimento de cabeamento pela técnica de reflexão de onda – TDR;
    2. Resistência e capacitância;
    3. Atraso e propagação;
    4. Skew;
    5. Power SUM NEXT;
    6. Relação atenuação/diafonia power sum;
    7. Perda de retorno;
    8. Impedância;
    9. Outros parâmetros contidos na norma TSB-67.

8 - Exigências/Requisitos técnicos

  • A empresa executora deverá possuir em seu quadro de funcionários um engenheiro responsável pela obra com registro no CREA;
  • Estar em conformidade com as normas e regras de execução de obras estabelecidas pelo ESTEC/UNICAMP;
  • Caberá ao executor fornecer todas as ferramentas necessárias à execução dos serviços propostos na licitação;
  • Fornecer os equipamentos para certificação e testes a serem usados na validação da instalação dos pontos de rede e teste de conectorização de fibra óptica;
  • Emitir termo de garantia dos serviços realizados, sendo mínimos os requisitos:
    1. Componentes passivos (cabling) : 5 anos;
    2. Infra-Estrutura: 1 ano contra ferrugem e resistência mecânica;
    3. Funcionalidade e desempenho: 5 anos.

 

 

Autoria

Daniel Roseno da Silveira

Matrícula 084930

Administrador de Rede

Ano de 2002