Turma MS103 - Tópicos Especiais em História e Literatura Musical - Turma A

Disciplina - Turma

MS103 A - Tópicos Especiais em História e Literatura Musical

Subtítulo

Escolas e tratados de Canto dos Séculos XVII ao XX

Sala Sala DM43 - Departamento de Música
Acompanhamento com disciplina da Graduação? Não
Oferecimento DAC Terça-feira das 14 às 17
Ementa Reflexão sobre o resultado sonoro através de estudos históricos aplicados a um repertório selecionado. Em cada período letivo haverá uma ementa específica.
Total de Horas Atividades Teóricas
45
Total de Horas Atividades Prática
0
Total de Horas Laboratório
0
Total de Horas Atividades Orientadas
0
Total de Horas Atividades à Distância
0
Total de Horas Atividades Orientadas de Extensão
0
Total de Horas Atividades Práticas de Extensão
0
Total de Horas/Aula Semanais
0
Total de Horas/Aula Realizadas em Sala de Aula
0
Hora Estudo
0
Hora Seminário
0
 
Oferecimento IA

Atenção: As aulas desta disciplina terão início no dia 18/08/2026.

Docentes

Paulo Mugayar Kühl

Professor convidado

Daniel Issa Gonçalves

Critério de Avaliação

Participação nas aulas, entrega de um trabalho escrito.

Bibliografia

1. ESCOLAS, TRATADOS E MÉTODOS DE CANTO

 

AGRICOLA, J. F., Anleitung zur Singkunst, 1757, fac-similé, Kassel, Bärenreiter, 2002.

 

BACILLY, Bènigne de. Remarques curieuses sur l’art de bien chanter, Paris, 1668, 2/1679 ; Reprint : Genf 1974 ; engl. Übersetzung von A.B. Caswell, Brooklyn/New York, 1968.

 

BÉRARD, Antoine, L’Art du Chant, dédié à Madame de Pompadour, Paris, Dessaint & Saillant / Prault fils / Lambert, 1755.

 

BLANCHARD, R.; CANDÉ, Roland de. Dieux et Divas de l’Opéra. Paris: Plon, 1986.

 

CACCINI, Giulio. Le Nuove Musiche. Firenze: G. Marescotti, 1601. Edited by H. WileyHitchcock. A-R Editions, Madison, 1982. 

 

CARUSO, Enrico, TETRAZZINI, Luisa. Caruso and Tetrazzini on the Art of Singing. New York: Dover, 1975.

 

DIDAY, M. et PÉTREQUIN, M., « Mémoire sur une nouvelle espèce de voix chantée », Encyclographie des sciences médicales, 4e série, juin 1840, vol. II no 1.

 

DURANTE, Sergio, « Theorie und Praxis der Gessangschulen zur Zeit Händels: Bemerkungen zu Tosis Opinioni de’ cantori antichi e moderni », Händel auf dem Theater: Bericht über die Symposien der Internationalen Händel-Akademie, Karlsruhe, 1986 und 1987, Hans Joachim Marx (dir.), Laaber, Laaber Verlag, 1988, p. 59-72.

 

DURANTE, Sergio, « Strutture mentali e vocabolario di un cantore antico/moderno – Preliminari per una lettura delle fonti didattiche settecentesche », Alessandro Scarlatti und seine Zeit, herausgegeben von Max Lütolf, Bern, Verlag Paul Haupt, 1995, p. 38-54.

 

GARCIA, Manuel, Traité complet de l’art du chant en deux parties, Paris, Troupenas et Cie. 1847.

 

HABÖCK, Franz, Die Kastraten und Ihre Gesangkunst, Berlin et Leipzig, Deutsche Verlags-Anstalt Stuttgart, 1927.


 

HAEFLINGER, Ernst. Die Kunst des Gesangs: Geschichte – Technik – Repertoire. Mainz: Schott, 2000.

 

HILLER, Johann Adam. Anweisung zum musikalisch-zierlichen Gesange, Leipzig 1780; Reprint: Leipzig 1976. Engl. Translation and commentary by S.J. Beiken, Diss. Stanford University 1980. 

 

HINES, Jerome. Great Singers on Great Singing: A Famous Opera Star Interviews 40 Famous Opera Singers on the Technique of Singing. New York: Limelight, 2004.

 

KLOIBER, Rudolph. Handbuch der Oper. Kassel: Bärenreiter, 2006.

 

LAMPERTI, Giovanni Battista, Vocal Wisdom – Maxims of Giovanni Battista Lamperti, William Earl Brown (éd.), New York, Taplinger Publishing Company, 1957.

 

LANG, Franciscus, Dissertatione de Actione Scenica, Munich, Maria Magdalena Riedlin, 1727.

 

LEHMANN, Lilli. Meine Gesangkunst. Berlin: Verlag der Zukunft, 1902.

 

LOHMANN, Paul. Stimmfehler, Stimmberatung; Erkennen und Behandlung der Sängerfehler in Frage und Antwort. Mainz: B. Schott’s und Sohne, 1938.

 

MANCINI, Giambattista, Riflessioni pratiche sul canto figurato, Milano, G Galeazzi, 1777.

 

MANFREDINI, Vincenzo, Regole armoniche, o sieno precetti ragionati per apprender la musica, seconda edizione corretta, ed accresciuta, Venezia, Presso Adolfo Cesare, 1797.

 

MARCHESI, Mathilde. Theoretical and Practical Vocal Method. New York: G. Schirmer, 1900.

 

[MENGOZZI, Bernardo, et autres], Méthode de chant du conservatoire de musique à Paris en 3 parties, Leipzig, Breitkopf & Härtel, [c. 1810].

 

MONTECLAIR, Michel Pignolet de, Principes de Musique divisées en quatre parties, Paris, Rue St. Honoré à la regle d’Or, [1736].

 

MONTEVERDI, Claudio. Claudio Monteverdi: Lettere. LAX, Éva (Ed.). Firenze: Leo S. Olschki, 1994.



 

QUANTZ, Johann Joaquim, Versuch einer Anweisung die Flöte traversiere zu spielen, Berlin, Johann Friedrich Voss, 1752, fac-similé, Wiesbaden, Breitkopf & Härtel. 1988.

 

RAGUENET, François, Parallèle des Italiens et des François en ce qui regarde la Musique et les Opéra, Paris, Chez Jeanne Moreau, 1702.

 

ROSSINI, Gioacchino. Gorgheggi e solfeggi per rendere la voce agile e imparare il bel canto. Milano: Ricordi, [1984].

 

STOCKHAUSEN, Julius. Gesangs-Methode. Leipzig: Peters, [1884].

 

TOSI, Pierfrancesco, Opinioni de’ cantori antichi e moderni o sieno osservazioni sopra il canto figurato, Bologna, Lelio dalla Volpe, 1723.

 

VACCHELLI, Anna Maria – “Monteverdi as a Primary Source for the performance of his own music”. In Performing Practice in Monteverdi's Music, The Historic-Philological Background. Fondazione Claudio Monteverdi, Cremona, 1995. 

 

WOLFF, Hellmuth Christian, Originale Gesangsimprovisationen des 16. bis 18. Jahrhunderts, Köln, Arno Volk Verlag. 1972.


 

2. ÓPERA NO BRASIL


 

BRANDÃO, José Maurício. Ópera no Brasil: um panorama histórico. Revista Música Hodie, Goiânia, v. 12, n. 2, 2012. Disponível em: https://revistas.ufg.br/musica/article/view/22543/13404. Acesso em 1/12/2025.

 

BRESCIA, Rosana Marreco. El teatro de los mulatos: Las actrices de las casas de ópera luso-americanas en los siglos XVIII y XIX. Cuadernos de Música Ibero-Americana, v. 23, p. 21-35, 2012.

 

BRESCIA, Rosana Marreco. C’est là que l’on joue la comédie: les Casas da Ópera en Amérique Portugaise (1719-1819). Paris: Université de Paris IV – Sorbonne, 2010. Tese (Doutorado em História). 768 p.

 

BUDASZ, Rogério. Opera in the Tropics: Music and Theater in Early Modern Brazil. Oxford: Oxford University Press, 2019. 476 p.

 

CASTAGNA, Paulo. A Imperial Academia de Música e Ópera Nacional e a Ópera no Brasil do século XIX. São Paulo: Instituto de Artes da UNESP, 2007. 

 

CERQUEIRA, Paulo de Oliveira Castro. Um século de ópera em São Paulo. São Paulo: s/ed., 1954.

 

ENCICLOPÉDIA da Música Brasileira: Erudita, folclórica, popular. São Paulo: Art Editora Ltda., 1977.

 

FONSECA, Denise Sella. Uma colcha de retalhos: A música em cena na cidade de São Paulo. São Paulo: SESI, 2017.

 

KÜHL, Paulo Mugayar. Cronologia da ópera no Brasil: Século XIX, Rio de Janeiro. Campinas: UNICAMP, 2003. Disponível em: http://www.iar.unicamp.br/cepab/opera/ cronologia.pdf. Acesso em: 12/11/2025.

 

LEEUWEN, A. V.; HORA, E. Um Olhar sobre as Atividades Musicais nos Teatros do Rio de Janeiro em Fins do Século XVIII e Início do XIX: a atuação da cantora Joaquina Lapinha. Per Musi. Belo Horizonte, n. 17, 2008.

 

PACHECO, Alberto José Vieira. O Canto Antigo Italiano: uma análise comparativa dos tratados de canto de Pier Tosi, Giambattista Mancini e Manuel P. R. Garcia. São Paulo: Annablume, 2007

 

PACHECO, Alberto José Vieira. Castrati e outros virtuoses: A prática vocal carioca sob a influência da corte de D. João VI. São Paulo: Annablume, 2009.

 

POLASTRE, Claudia Aparecida. A Casa da Ópera de São Paulo no governo de D. Luís Antônio de Sousa Botelho Mourão. Revista Brasileira de Música, UFRJ, v. 23, n. 2, p. 121-144, 2010.

 

SILVA, Edson Santos, Em busca de um mercado fictício: as casas da ópera na cidade de São Paulo. In: Todas as Musas, Ano 1, n. 1, 2009, p. 19-32.

 

ZENEZI, Adriana. Theatro Sao José: A sátira de sua construçao e a inauguraçao em 1864. Revista Educaçao Continuada, vol. 2, n. 1, dez. 2020, p. 5-18.

 

Conteúdo

A disciplina tem como objetivo oferecer um panorama das principais escolas de canto europeias, desenvolvidas a partir do gênero operístico — destacando-se as tradições italiana, francesa, alemã e russa — assim como seus antecedentes históricos e desdobramentos locais.

Metodologia

Prevê-se a análise e discussão dos principais tratados de canto, que atualmente servem de referência para a reconstrução de técnicas e estéticas vocais históricas, além de favorecer a compreensão de práticas do passado que ainda influenciam o canto contemporâneo.

As aulas serão expositivas e abordarão as tendências técnicas e estéticas que moldaram o canto erudito ao longo dos séculos, fundamentando-se em bibliografia especializada e em exemplos musicais históricos e atuais. Os estudantes cantores poderão, se desejarem, apresentar peças relacionadas ao repertório estudado.

Observação

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